quarta-feira, 18 de abril de 2012

AutoStart/Autoboot VM Citrix XenServer 6!

Boa tarde Galera,

Para aqueles que já são adeptos da virtualização isso não deve ser novidade, mas para os demais.
Nós usuários do virtualizador XenServer distribuído gratuitamente pela empresa Citrix, nos deparamos com um problema a partir da versão 6. Nesta versão o recurso de autoboot/autostart que era responsável por iniciar as vm's automaticamente durante o boot do servidor não está mais disponível. A justificativa dada pela Citrix para desativar a opção foi referente a problemas com HA.
Porém linux é linux :D abaixo segue um tutorial de como realizar o procedimento em modo texto!

1) Habilitando Ligamento Automático;
Execute o comando abaixo para pegar o uuid do pool:


# xe pool-list


O comando acima deverá retornar algo como:


uuid ( RO)  : 3cc48f57-4a72-1368-ca71-366c7183989


Agora para ativar a inicialização automática execute o comando abaixo incluindo o uuid recebido acima:

xe pool-param-set uuid=3cc3455-3a4f-1235-ca12-334c4455678 other-config:auto_poweron=true


2) Agora vamos escolher quais vm's serão iniciadas:
Neste procedimento também será necessário capturar o uuid de cada vm, para isso utilize o comando:


# xe vm-list


O comando acima deverá retornar algo como:



uuid ( RO)           : 78a934f3-20e5-a4341b-0403-5aa4e3726467
name-label ( RW): NOME_DA_VM
power-state ( RO): running


Como no item 1 capture o uuid da vm e utilize-o no comando abaixo:

xe vm-param-set uuid=78a934f3-20e5-a4341b-0403-5aa4e3726467 other-config:auto_poweron=true

Pronto! Agora basta reiniciar e testar!






quinta-feira, 1 de setembro de 2011

HDPARM (Debian e Mandriva)

Os hd's de hoje possuem diversas tecnologias que podem ser ativadas via software para melhorar o desempenho do disco. Algumas distribuições em linux sequer ativam o DMA dos discos.
E para solucionar esse problema podemos utilizar o hdparm, esse software vem por padrão na maioria das distribuições, sua instalação é simples.
O hdparm pode ser utilizado tanto para manipular tecnologias que aprimoram o I/O dos hd's quanto para coletar informações detalhadas do dispotivo e também para analisar o I/O do disco.
A sintaxe para utilização desde comando é simples:

          # hdparm <parametro> <dispositivo>


1/5 - Instalando:

Debian:
          # root@debian:/# apt-get install hdparm
Mandriva:
          # [root@mandriva /]# urpmi hdparm

2/5 - Informações:
Para coletar informações do seu disco, pode utilizar os comandos abaixo:

          # hdparm <dispositivo>       Informações básicas
          # hdparm -i <dispositivo>    Informações detalhadas
          # hdparm -I <dispositivo>   Informações brutalmente detalhadas.

3/5 - Recursos básicos:
Alguns recursos básicos a se analisar são:

          - multcount;
          - using_dma;
          - readahead;  

MULTCOUNT representa setores múltiplos, ele permite a transferência de múltiplos setores por interrupção de I/O. Basicamente incrementa velocidade de escrita e leitura.
USING_DMA (acesso direto a memória) acredito que o nome já diz tudo :D, apenas comentando que este recurso é fundamental para melhorar a performance do disco.
READaHEAD trabalha basicamente emulando uma memória cache, ele permite que o disco faça a leitura dos dados antes de transferi-los.

4/5 - Ativando os recursos:

Ativando multicount:
          # hdparm -m16 /dev/sda
Obs: o valor 16 deve ser retirado através do comando hdparm -i /dev/sda visualizando a opção MaxMultSect, este recurso é utilizando em casos de hd ide.

Ativando DMA:
          # hdparm -X /dev/sda
Obs: Este recurso também é efetivo em discos IDE, e normalmente não recomendado para hd's sata.
Normalmente placas mãe recentes controlam o DMA através da bios.

Ativando READaHEAD:
          # hdparm -a16 /dev/sda
Obs: O valor 16 deste recurso também foi baseando no relatório que o  comando hdparm -i resultou observando o parâmetro MultSect.

5/5 - Testando:
Para analisar se as alterações estão fazendo efeito, inicie com um teste:

          # hdparm -tT /dev/sda

Este comando irá analisar a velocidade de leitura (T) e escreita (t) do disco.
É muito importante testar, pois você pode acabar deixando o seu computador mais lento.

Um pequeno exemplo:

          # hdparm -tT /dev/sda/
 Timing cached reads:   1598 MB in  2.00 seconds = 798.50 MB/sec
 Timing buffered disk reads:  136 MB in  3.02 seconds =  45.02 MB/sec

Agora:
          # hdparm -A0 /dev/sda
Obs: -A1 ativa o recursos de leitura adiantada e -A0 desativa o recuso.

Testando novamente:
          # hdparm -tT /dev/sda
 Timing cached reads:     2 MB in  2.84 seconds = 721.88 kB/sec
 Timing buffered disk reads:    4 MB in  5.78 seconds = 708.13 kB/sec

É visível a diferente de leitura e escrita certo?

Bem é isso, agora pode "tunar" seu disco. :D

quarta-feira, 6 de julho de 2011

IPERF :D (Debian e Mandriva)

O iperf trabalha com a arquitetura cliente/servidor, com ele podemos podemos medir a velocidade de uma rede utilizando protocolos tcp e udp.

1/4 - Instalando o Iperf:

Debian:
         # root@debian:/# apt-get install iperf
Mandriva:
         # [root@mandriva /]# urpmi iperf


2/4 - Usando Cliente/Servidor :

Servidor: 
         # root@linux:/# iperf -s
------------------------------------------------------------
Server listening on TCP port 5001
TCP window size: 85.3 KByte (default)
------------------------------------------------------------

Cliente:
          # root@linux:/# iperf -c 10.0.0.1 (supondo que o ip do servidor seja 10.0.0.1)
------------------------------------------------------------
Client connecting to 10.0.0.1, TCP port 5001
TCP window size: 16.0 KByte (default)
------------------------------------------------------------
[  3] local 10.0.3.10 port 55857 connected with 10.0.0.1 port 5001
[ ID] Interval       Transfer     Bandwidth
[  3]  0.0-10.0 sec    113 MBytes  94.6 Mbits/sec

3/4 - Buffer de transmissão:

Para aumentar o buffer de transmissão basta utilizar a opção "-w" tanto no cliente como no servidor.

Ex: Servidor- # iperf -s -w 200MB  
      Cliente   - # -perf -c 10.0.0.1 -w 200MB 

Obs: Podemos usar diversas medidas como K,MB,GB.

4/4 - Usando protocolo UDP:

Para utilizar udp no teste basta acrescentar a opção "-u".

Ex: Servidor - # iperf -s -u
      Cliente    - # iperf -c 10.0.0.1 -u


segunda-feira, 12 de julho de 2010

Como instalar VirtualBox no Fedora 13!

Este post tem como objetivo auxiliar passo a passo a instalação do VirtualBox 3.2 no Fedora 13!

Etapa 1/5: Download e Edição do Repositório.

O código abaixo realiza o download e a instalação do repositório do virtualbox, possibilitando que a instação do mesmo possa ser feita através do YUM.

# su -c 'wget http://download.virtualbox.org/virtualbox/rpm/fedora/virtualbox.repo -O /etc/yum.repos.d/virtualbox.repo; sed -i "s,enabled=0,enabled=1,g" /etc/yum.repos.d/virtualbox.repo'

Etada 2/5: Instalando VirtualBox

O código abaixo realiza a instalação do VirtualBox e de algumas bibliotecas necessárias para sua instalação.

# yum install VirtualBox-3.2 dkms gcc -y

Etapa 3/5: Rotar o Script de Instalação.

Após utilizar o YUM para baixar e instalar o VirtualBox é necessário instalar seu driver, faça isso utilizando o código abaixo.

# /etc/init.d/vboxdrv setup

Etapa 4/5: Vincular usuário do Grupo vboxusers

Após instalar o VirtualBox, ele cria uma grupo de usuários chamado vboxusers, para que você possa utilizar o programa é necessário vincular seu usuário ao grupo, assim dando permissões a ele.

# usermod -G vboxusers -a username
(username = substitua pelo nome do usuário criado no seu sistema)

Etapa 5/5: Iniciando o VirtualBox

# VirtualBox

terça-feira, 16 de junho de 2009

Nvidia no Fedora 11!

Abaixo a solução para instalar o Driver da Nvidia no Fedora 11!

Para aqueles que estão instalando o akmod-nvidia e kmod-nvidia e não conseguem fazer o serviço nvidia dar start observer se o seu kernel possui o PAE, como fazer isso?

Basta digitar o comando abaixo no terminal.

# uname -a
# Linux slispd-note 2.6.29.4-167.f11.i686.PAE ....

Caso seu kernel termine com .PAE é necessário instalar o kmod.PAE conforme segue exemplo abaixo:

# su -
# yum install kmod-nvidia-PAE -y && reboot

Após instalar ele vai reiniciar e já deve estar ok!

Obs: O PAE é um aplicativo utilizado para fazer o sistema 32 bits reconhecer 4GB ou mais de ram na sua máquina sem a necessidade de instalar o sistema 64 :D

Agradecimentos a Vitor

Vlw te+

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Criando e Montando Imagem's no Linux!

Criando

Para criar uma imagem .ISO vou utilizar o comando mkisofs, alguns dizem que o genisoimage é melhor, outros que o mkisofs é derivado do genisoimage, como até hoje não encontrei a verdade certa vou ficar com o mkisofs.

# mkisofs -o teste.iso -r -J /home/usuario/teste/


A forma utilizada a cima é básica, você pode incrementar a linha utilizando outros parametros conforme exemplo abaixo.

# mkisofs -pad -l -r -J -v -V "TESTE" -o /teste.iso /home/usuario/teste/

- pad, este parametro é adicionado para evitar erros de E/S;

-l, permite mais de 31 caracteres para o nome do arquivo, tenha ao seu conhecimento que talvez o DOS não consiga enchegar todos os caracteres, pois o mesmo trabalha com protoloco 8.3;

-r, significa extensão Rock Ridge é um protocolo usando no linux;

-J, é o protocolo Joliet usado no Windows;

-v, com esta opção será exibido na tela durante a criação do pacote informações relatadas pelo mkisofs;

-V, define um rótulo para o CD;

-o, especifica nome do arquivo de saída;


O /teste.iso significa que na raiz / será criado o arquivo teste.iso e o /home/usuario/teste/ é a pasta onde serao copiados os arquivos para imagem!

Agora Veremos como montar uma imagem .ISO

O processo é simples através do comando mount, veja abaixo:

Tenha em mente que a pasta onde a imagem será montada deve exister no meu caso vou criá-la antes de montar a imagem através do comando mkdir

# mkdir /mnt/teste

No comando acima estou criando uma pasta chamada teste dentro da mnt. Após criada a pasta vamos montar.

# mount -o loop /teste.iso /mnt/teste

Blz agora é só conferir a pasta teste dentro de /mnt q sua imagem deve estar montada :D

Obs: Caso prefira algo em modo gráfico instale o programa acetoneiso ou acetoneiso2


[]'s te+




quarta-feira, 20 de maio de 2009

Criando e Descompactando arquivos zip, tar, tar.bz, tar.bz2, 7z

Arquivos .zip (é necessário ter instalado unzip/gzip)

Compactar arquivos/pasta na extensão .zip

Para Arquivos

# zip nomedoarquivo.zip nomedoarquivo
ex: zip teste.zip teste.txt

Para Pasta

# zip -r nomedoarquivo.zip nomedapasta
ex: zip -r backup.zip backup

Extraindo

# unzip nomedoarquivo.zip (arquivos/pastas)

Arquivos .tar

Compactar arquivos/pastas na extensão .tar

Para Arquivos e Pastas

# tar -cvf nomedoarquivo.tar nomedoarquivo/pasta
ex: tar -cvf teste.tar teste.txt (arquivo)
ex: tar -cvf backup.tar backup (pasta)

Extraindo

# tar -xvf nomedoarquivo/pasta.tar

Obs: Você pode escolher onde extrair o arquivo .tar utilizando a sintaxe -C.

ex: tar -xvf nomedoarquivo.tar -C /home/usuario/Desktop

Arquivos .tar.gz

Compactar arquivos/pastas na extensão .tar.gz

Para Arquivos e Pastas

# tar -zcvf nomedoarquivo.tar nomedoarquivo/pasta
ex: tar -zcvf teste.tar.gz teste.txt (arquivo)
ex: tar -zcvf backup.tar.gz backup (pasta)

Extraindo

# tar -zxvf nomedoarquivo/pasta.tar.gz

Obs: Você pode escolher onde extrair o arquivo .tar.gz utilizando a sintaxe -C.

ex: tar -zxvf nomedoarquivo.tar.gz -C /home/usuario/Desktop

Arquivos .tar.bz2

Para Arquivos e Pastas

# tar -jcvf nomedoarquivo.tar.bz2 nomedoarquivo/pasta
ex: tar -jcvf teste.tar.bz2 teste.txt (arquivo)
ex: tar -jcvf backup.tar.bz2 backup (pasta)

Extraindo

# tar -jxvf nomedoarquivo/pasta.tar.bz2

Obs: Você pode escolher onde extrair o arquivo .tar.bz2 utilizando a sintaxe -C.

ex: tar -jxvf nomedoarquivo.tar.bz2 -C /home/usuario/Desktop


Arquivos .7z (é necessario instalado o p7zip)

Para Arquivos e Pastas

# 7z a -t7z nomedoarquivo.7z nomedoarquivo/pasta
ex: 7z a -t7z teste.7z teste.txt (arquivo)
ex: 7z a -t7z backup.tar backup (pasta)

Extraindo

# 7z x nomedoarquivo/pasta.7z

Detalhes

Tar
-c - cria um novo arquivo tar;
-v - exibe detalhes da operação;
-x - extrai arquivos de um arquivo tar;
-z - comprime ou extrai arquivos tar resultante com o .tar.gz;
-j - comprime ou extrai arquivos tar resultante com o .tar.bz2;
-f - especifica o arquivo tar a ser usado;


7z
a - Significa criar/adicionar um arquivo;
-t7z - Está dizendo que o tipo do arquivo é classificado como 7zip;
x - Extrair o arquivo .7z na pasta que está;